É assim que o app abre. Sem tela de login, sem escolher plano — a conversa já está ali.
Os modelos que rodam no seu computador, as IAs pagas por uso e os programas de terminal, numa conversa só. O que você conta pra uma, todas sabem.
Cada IA que você usa hoje começa do zero. Nuvo guarda o que importa uma vez — como você gosta de resposta, o que tem no seu projeto, o que já ficou decidido — e entrega pra qualquer uma delas na hora de responder.
Cada coisa guardada mostra de qual conversa veio.
Mudar, esquecer ou desligar a memória só nesta resposta.
A memória é um arquivo na sua máquina, não uma conta em servidor de ninguém.
A mesma pergunta em várias IAs, todas lendo a mesma memória. Compare lado a lado, deixe que elas votem ou receba as respostas costuradas numa só. Quem responde em três segundos não fica esperando quem leva quarenta.


Nuvo olha a memória RAM e o processador da sua máquina e diz, em português, o que dá pra rodar: o que cabe com folga, o que cabe apertado e o que não cabe. Cada modelo vem com uma frase sobre para que ele é bom e por que escolhê-lo em vez do outro.
Os mesmos programas que você já usa no terminal respondem dentro da conversa, sem chave de API e sem cobrança por uso — eles usam a assinatura que você já tem. Leem a mesma memória das outras e trabalham na pasta que o projeto apontar.


Aponte uma pasta e peça a mudança. Do lado da conversa abre um painel com a árvore do projeto, cada arquivo que ela leu ou escreveu, cada comando que rodou — com a saída inteira e se deu certo — e o que mudou desde o último commit.
O passo a passo vem do próprio Claude Code, Codex ou opencode, não de um palpite: o app lê o relato que eles publicam enquanto trabalham. A IA só ganha permissão de escrever depois que você escolhe a pasta, e só dentro dela.

Um clique no globo e a IA passa a dirigir um navegador de verdade: busca, entra no site, clica, lê e volta com a resposta e o endereço de onde tirou. Não é o resumo de um resultado de busca — é a página aberta, inclusive a que só existe depois que o JavaScript roda. Você acompanha cada passo e o porquê dele.
Funciona com qualquer IA da lista, inclusive as que rodam na sua máquina, desde que você tenha Chrome, Chromium, Edge ou Brave instalado. O navegador abre num perfil separado, longe da sua sessão do dia a dia, e não preenche campo de senha.

Prova passada é amostra do que ele cobra; material de aula é o universo do que ele ensina. A distância entre os dois é a previsão. O app lê as provas e descobre o jeito do professor: o peso de cada tema, o nível que ele exige, os verbos que ele usa, e o que ele ensina e nunca cobrou.
O esqueleto não foi inventado: é a tabela de especificações que se usa pra montar prova de verdade — conteúdo × nível cognitivo × formato × peso. Cada achado vem com o trecho literal da prova que o sustenta, e a tela mostra esse trecho do lado.
Dez coisas saem daí: simulado com cara de prova dele, guia de estudo pelo peso de cada tema, cartões, quiz, resumo, mapa mental, linha do tempo, conversa em áudio, infográfico e slides.
O simulado é pra fazer. Assinale na tela e o app corrige o que dá pra corrigir sozinho, ou imprima em branco — nome, data, nota e linhas pra escrever à mão. E a prova que vem tem botão: simulado, o que estudar e cartões, arquivados nela.
E revisão espaçada. Os cartões entram numa fila FSRS — dificuldade, estabilidade e recuperabilidade por cartão. É o que os geradores de material não têm: eles produzem e param ali.
Nem toda IA tem API, e a que tem cobra à parte da assinatura que você já paga. O que já está pago é a sua conta no site. O app usa a tela delas do mesmo jeito que você usa: abre, digita, espera e lê.
ChatGPT, Claude, Gemini, DeepSeek, GLM, Kimi, Qwen, Grok, Le Chat, Copilot e Perplexity. Cada um vira uma opção no seletor, ao lado das IAs locais e das pagas por uso.
Entrar continua sendo seu. O app não digita senha, código nem nada em campo de login. Você entra uma vez no navegador dele e a sessão fica.
Sem depender do desenho do site. A resposta não é lida da estrutura da página — ela vem entre marcas que o próprio modelo escreve. Site que muda de layout na terça continua funcionando na quarta.
Nuvo é um programa que você instala e roda na sua máquina, não um serviço na nuvem. Os modelos locais respondem sem internet. As IAs pagas por uso recebem só o que você mandar, com a sua chave. Memória, arquivos e histórico ficam numa pasta sua — dá pra abrir, copiar e apagar na mão.
Um toque e a conversa não entra no histórico, não usa a memória e não aprende nada. Some quando você fechar.
Versão 0.2.2. Grátis e de código aberto. Os modelos locais não custam nada; as IAs pagas por uso usam a sua chave.
Mac e Linux, numa linha só
curl -fsSL https://www.nspx.dev/Nuvo/instalar.sh | sh
Baixa a última versão, confere a soma e abre o app. No Mac é o caminho que não esbarra no aviso do Gatekeeper — arquivo baixado pelo navegador vem marcado como suspeito, e o baixado por aqui não.
ou baixe o arquivo
Máquina mais antiga? Mac com Intel · Linux ARM64 · todos os arquivos.
Baixou o .tar.gz no Mac? O macOS marca todo arquivo vindo do navegador e recusa abrir o app sem assinatura da Apple — que custa uma conta de desenvolvedor por ano. Tire a marca uma vez: xattr -dr com.apple.quarantine ~/Downloads/Nuvo.app e o duplo clique passa a funcionar. Quem instalou pela linha de cima não precisa disso.
No Linux, instale a libatomic antes: sudo apt install libatomic1 no Debian e Ubuntu, dnf install libatomic no Fedora. Sem ela o programa nem abre.
O app roda em qualquer máquina — quem pede memória RAM são os modelos locais, e a tela de IAs ligadas diz o que cabe na sua. Ou compile a partir do código.